
Tarde de 01 de outubro
Na ânsia de encontrar o rumo
Abro a janela
Encaro minhas lembranças e ela
Chuva sempre bela
Muitas vezes não faz parte da aquarela
Pela tristeza de sua palidez que vem junto dela
Parece tão fria,mas tão mansa ,parece que chora ,implora por carinho e aconchego!
Nos campos da minha infância via
Chegando na campanha em abundância
Em dias quentes ou de inverno
Nas primaveras chegava, banhava os meus girassois
De uma maneira tão singular ,que minha mente em devaneio
Onde anjos cobriam como um véu as belezas amarelas .
O dia cinza se transformava no mais belo
Relação com inevitavel elo.
escrito em 11/10/2011 em uma tarde de pura nostalgia.
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