Era uma vez uma guria que jurou um dia se transformar em um girassol.
Na relva fresca e doce da manhã de aconchegar.
Sentir a brisa tocando suas petalas como se fosse seus cabelos.
Feliz 2013,NUNCA DEIXE DE SONHAR E AMAR
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
Como peixe esquecido na praia
Agonizando na areia
Privado de seu oxigênio
Sinto o pulsar em minhas veias
As duvidas assombram minha cabeça
Como fantasmas que observam cada movimento
Como estrelas luminosas fustigando meu olhar
A certeza é uma vaga incerteza
Que sopra ao meu ouvido
Como vento sibilante
Que uiva sem tradução
Como o perfume inquietante da primavera
O amarelo dos girassóis que arde
Como fogo do centro da terra
Saindo repentinamente queimando a pele
Quero deitar na relva
Olhar o céu sem pressa
Me sentir pequena diante do gigante
Um grão de sal na imensidão do mar
Fazer sentir parte integrante
Como uma partícula de ar
Que preenche cada espaço
Cada rua sem saída
Cada buraco longínquo
Ver a vida germinando
De cada fresta
Sem explicação ....
NA INTEGRA CLICK AQUI http://www.gazeta.inf.br/2012/09/04/querer-agonizante/
ultima partipação na GAZETA DO IGUAÇU 04 de setembro 2012.
Agonizando na areia
Privado de seu oxigênio
Sinto o pulsar em minhas veias
As duvidas assombram minha cabeça
Como fantasmas que observam cada movimento
Como estrelas luminosas fustigando meu olhar
A certeza é uma vaga incerteza
Que sopra ao meu ouvido
Como vento sibilante
Que uiva sem tradução
Como o perfume inquietante da primavera
O amarelo dos girassóis que arde
Como fogo do centro da terra
Saindo repentinamente queimando a pele
Quero deitar na relva
Olhar o céu sem pressa
Me sentir pequena diante do gigante
Um grão de sal na imensidão do mar
Fazer sentir parte integrante
Como uma partícula de ar
Que preenche cada espaço
Cada rua sem saída
Cada buraco longínquo
Ver a vida germinando
De cada fresta
Sem explicação ....
NA INTEGRA CLICK AQUI http://www.gazeta.inf.br/2012/09/04/querer-agonizante/
ultima partipação na GAZETA DO IGUAÇU 04 de setembro 2012.
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Conselhos
Por: Lisete Barbosa
“Muié já te disse!”
“Tu nunca vai acustumá com as tecnologias”
“Os homi tão mais aperparado pras cosas”
“As muié só serve pra selviço da casa”
“Pogresso nois semo mior”
“Pois assim deus quis”.
No outro dia só encontrou um “bietinho”
Com frases meiguinhas e singelinhas
Querido!Acredito que serás mais feliz
Progresso está na sua raiz
Vou em busca do conhecimento
Creio ser a força motriz
Das tecnologias quero ser aprendiz
Quem sabe em outra história
Nossos caminhos terão a mesma trajetória
“Tu nunca vai acustumá com as tecnologias”
“Os homi tão mais aperparado pras cosas”
“As muié só serve pra selviço da casa”
“Pogresso nois semo mior”
“Pois assim deus quis”.
No outro dia só encontrou um “bietinho”
Com frases meiguinhas e singelinhas
Querido!Acredito que serás mais feliz
Progresso está na sua raiz
Vou em busca do conhecimento
Creio ser a força motriz
Das tecnologias quero ser aprendiz
Quem sabe em outra história
Nossos caminhos terão a mesma trajetória
¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨
O fenômeno é generalizado
A mulher invisível não é heroína
Somos a dura face da sociedade
Machista e industrial
A divisão sexual das tarefas
Enclausurada doméstica
Prisioneira de seu sutiã
Perseguida moral
Sem congratulações ou devoções
O menor salário
A função sem importância
Sem tomar decisões
Pois cabe não ter emoções
Cabe a resignação
Ou tamanha é a força escondida?........
O fenômeno é generalizado
A mulher invisível não é heroína
Somos a dura face da sociedade
Machista e industrial
A divisão sexual das tarefas
Enclausurada doméstica
Prisioneira de seu sutiã
Perseguida moral
Sem congratulações ou devoções
O menor salário
A função sem importância
Sem tomar decisões
Pois cabe não ter emoções
Cabe a resignação
Ou tamanha é a força escondida?........
¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨
ler na integra clik no link
http://www.gazeta.inf.br/2012/07/03/conselhos/
Um pouco das minha inquietações...
Vagas incertezas…
Por: Lisete Barbosa
Deitada na solidão da noite
Quarto pequeno, cabine dos sonhos
Cabeça ao travesseiro
Mãos cruzadas à nuca
Constante vaguear do pensamento
Rotina diária, luta constante pelo sobreviver
Análise desesperada
Subjetividade desamparada
Quarto pequeno, cabine dos sonhos
Cabeça ao travesseiro
Mãos cruzadas à nuca
Constante vaguear do pensamento
Rotina diária, luta constante pelo sobreviver
Análise desesperada
Subjetividade desamparada
Fria noite de inverno
Lembranças do que fica
Surpresas do porvir
Sonhos aflitos juvenil
Temo perder na densa fumaça dos anos
Conformidade e resignação
Se pecado for a rebeldia
Não há santinhos coloridos
Ou flores branquinhas da Mãe do céu
Que reverta a teimosia
Isso não é profecia
Somente um coração sem garantias......
Lembranças do que fica
Surpresas do porvir
Sonhos aflitos juvenil
Temo perder na densa fumaça dos anos
Conformidade e resignação
Se pecado for a rebeldia
Não há santinhos coloridos
Ou flores branquinhas da Mãe do céu
Que reverta a teimosia
Isso não é profecia
Somente um coração sem garantias......
Para ler na integra clik no link abaixo
http://www.gazeta.inf.br/2012/07/17/vagas-incertezas/
domingo, 10 de junho de 2012
Cantinho da poesia
Silêncio, gritos e lamentos…
Por Redação
Por: Lisete BarbosaSonhei com o infinito
Busquei o segredo das palavras
A volta na montanha mais alta
Andei quase no abismo
Subi no alto do serra
Visão turva alcancei
Horizonte sem fronteiras
Encontro do céu e o mar
Infinito horizonte atravessei
Perguntei à poeira do caminho
Perguntei às cinzas do passado
Foi levado pelo vento
Se esvaiu pelo tempo
Esfarelou no entanto
Nas estradas e nas entranhas
Desci ao porão
Fui ao início e fim
Quase sem destino
Nas curvas nada encontrei...
Quer ler na íntegra? click no link abaixo
http://www.gazeta.inf.br/2012/06/05/silencio-gritos-e-lamentos/
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Quadro da sala…
Quadro da sala…
Por: Lisete Barbosa
Quem dera ser pintor
eternizar o momento na tela
como no quadro perto da janela
que se enquadra na visão dela
cristalizada na historia,
da infancia e juventude
minha alegria,meu cansaço
imagem gravada na memória
tinta óleo,cores vivas
moldura do mais fino metal
quero degustar e ingerir,
quero tombar de tanto sorver
doce sabor da paixão
absorver e tremer
eternizar o momento na tela
como no quadro perto da janela
que se enquadra na visão dela
cristalizada na historia,
da infancia e juventude
minha alegria,meu cansaço
imagem gravada na memória
tinta óleo,cores vivas
moldura do mais fino metal
quero degustar e ingerir,
quero tombar de tanto sorver
doce sabor da paixão
absorver e tremer
O quadro filtra
Grito e a velocidade
Brisa leve da manhã
Pudera sentir na pele
Prazer da brincadeira de esconde-esconde
Sorriso fácil nos labios meus
Molhados pelos beijos teus
Batom rosa com brilho
Arrancado suavemente
No breve toque
Grito e a velocidade
Brisa leve da manhã
Pudera sentir na pele
Prazer da brincadeira de esconde-esconde
Sorriso fácil nos labios meus
Molhados pelos beijos teus
Batom rosa com brilho
Arrancado suavemente
No breve toque
Açuçado o desejo
perfume da primavera
acalanto paralisante
que te faz flutuar,
que leva ao céu
como uma folha a dançar ao sabor do vento,
como a garça branca voando em revoada
simetria e elegância
perfume da primavera
acalanto paralisante
que te faz flutuar,
que leva ao céu
como uma folha a dançar ao sabor do vento,
como a garça branca voando em revoada
simetria e elegância
Aconchego de seus braços
no sofá vermelho da sala
amor,atração e paixão
calor intenso na manhã fria de inverno
retroceder,enternizar e congelar as horas
fora da casa oceano,
Ai,estamos sós
mergulhados em risos e sons
todo o resto,fosse uma lembrança ou recordação
no sofá vermelho da sala
amor,atração e paixão
calor intenso na manhã fria de inverno
retroceder,enternizar e congelar as horas
fora da casa oceano,
Ai,estamos sós
mergulhados em risos e sons
todo o resto,fosse uma lembrança ou recordação
Dentro da cápsula protetora
sussurros e espasmos
ápice do amor
cada um em sua solidão,
em suas tristezas e misérias
em sua rejeição e loucura
no seu desalinho sem caminho
sussurros e espasmos
ápice do amor
cada um em sua solidão,
em suas tristezas e misérias
em sua rejeição e loucura
no seu desalinho sem caminho
......
Leia na íntegra site da Gazeta do Iguaçu
...
Lisete Barbosa- estudante de Ciencias Economicas,UNILA.
www.lisetebarbosa.blogspot.com.br
www.lisetebarbosa.blogspot.com.br
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Semana do salão do Livro em Foz do Iguaçu
Caldeirão de idéias
Por Redação
Por: Lisete Barbosa
Inicio sem destino certo
Sem eira nem beira
Caldeirão de vaidades
Montagens e cenários
Esquadrinhar e esmiuçar
Cortina a luz revela
Semana do livro,na cidade com clima de extremos
Sem eira nem beira
Caldeirão de vaidades
Montagens e cenários
Esquadrinhar e esmiuçar
Cortina a luz revela
Semana do livro,na cidade com clima de extremos
Tudo se converge
Conversas, textos e movimentos
Poesias e canções
Meninos e meninas
Olhar doce e pueril
Andarilhos e transeuntes
Sorrisos e descontração
Ir e vir num ritmo frenético
Do publico elétrico
Conversas, textos e movimentos
Poesias e canções
Meninos e meninas
Olhar doce e pueril
Andarilhos e transeuntes
Sorrisos e descontração
Ir e vir num ritmo frenético
Do publico elétrico
Coleções de produções
Pobres homens se envaidecem
Longe do chão perto do céu
Semi-deuses fora do Olimpo
Temem a morte no seu encalço
Caminho trilhado pela alma
Seja diminuto ou gigante
Pobres homens se envaidecem
Longe do chão perto do céu
Semi-deuses fora do Olimpo
Temem a morte no seu encalço
Caminho trilhado pela alma
Seja diminuto ou gigante
Encontro de gerações
Controvérsias e conversas
Na contramão da evolução?
De antemão avisarão?
Perguntas confusas
Ideias difusas,
Amargo café,
Doce sabor do mate do sul
Mais café? Ou mate?
Mesa 21 se inquieta
Sem necessidade do garçom
Controvérsias e conversas
Na contramão da evolução?
De antemão avisarão?
Perguntas confusas
Ideias difusas,
Amargo café,
Doce sabor do mate do sul
Mais café? Ou mate?
Mesa 21 se inquieta
Sem necessidade do garçom
Melhor mudar o tom
Imagem distante que transcorre ao longe
Espaço entre dois pontos
Olhos fitos a sondar
As folhas caem a sua frente
Incessante brisa da manhã
Folhas secas brincam ao sabor do vento
Brincadeira infantil em seus recuerdos
Distante tempo que ficou pela estrada
Sem voltar a traz
Sem olhar para o começo
Imagem distante que transcorre ao longe
Espaço entre dois pontos
Olhos fitos a sondar
As folhas caem a sua frente
Incessante brisa da manhã
Folhas secas brincam ao sabor do vento
Brincadeira infantil em seus recuerdos
Distante tempo que ficou pela estrada
Sem voltar a traz
Sem olhar para o começo
O louco recomeça, sem pena ou ressentimento.
Homens e vaidades
Humildade degenerada
Honestidade transgredida
Palavras, palavras…
O papel recebe
Todas e qualquer coisa
Não grita, nem sussurra,
Reclama ou ama
Sofre ou bendiz
Não consigo dizer, se é bom ou mal!
Homens e vaidades
Humildade degenerada
Honestidade transgredida
Palavras, palavras…
O papel recebe
Todas e qualquer coisa
Não grita, nem sussurra,
Reclama ou ama
Sofre ou bendiz
Não consigo dizer, se é bom ou mal!
Não compreendo ou entendo
Enlouqueço com o sol a pino!
Discutiu, ouviu e reluziu,
Permaneço sem mover, pernas ou palhas
Não retrocedo ou cedo
Quero enraizar e profanar
Quero café e pão de queijo
Sonhar, amar e vadiar
Quando tudo for relativo
Assim que gosto e aposto.
Enlouqueço com o sol a pino!
Discutiu, ouviu e reluziu,
Permaneço sem mover, pernas ou palhas
Não retrocedo ou cedo
Quero enraizar e profanar
Quero café e pão de queijo
Sonhar, amar e vadiar
Quando tudo for relativo
Assim que gosto e aposto.
Cozido estamos,cozidos seremos
Não sejamos engolidos!
Não sejamos engolidos!
Tambem pode se encontrado no site da Gazeta do Iguaçu-http://www.gazeta.inf.br/2012/05/09/caldeirao-de-ideias/
quinta-feira, 22 de março de 2012
Publicado: 22/02/2012 | 00:06
O invisível salta aos olhos
Por: Lisete Barbosa
Voa alma
Voa pensamentos
Levita o corpo
Matéria atemporal
Composto de sonhos
Espectros rondam meu pensar
Sonho ou realidade
Mundo insano
Lucidez ou insensatez
Imaginário popular
Voa pensamentos
Levita o corpo
Matéria atemporal
Composto de sonhos
Espectros rondam meu pensar
Sonho ou realidade
Mundo insano
Lucidez ou insensatez
Imaginário popular
Breve vida,vejo quanto
Suave brisa que passa
Sinto a realidade do frescor
Ou o frescor que invade meu sonho
Confunde-me a alma
Inquieta o coração
Firmamento ou vastidão
Enterro a questão
Ou voa a imaginação
Imagem ou alucinação
Gigantes em minha direção
Composição da propagação
Da sombra que cumpre a função
A necessária projeção mascarando sua feição.
Coração dilacerado
Pulsa desenfreado
Arde meu peito
Como ferida aberta
Que sangra sem poder estancar
Suave brisa que passa
Sinto a realidade do frescor
Ou o frescor que invade meu sonho
Confunde-me a alma
Inquieta o coração
Firmamento ou vastidão
Enterro a questão
Ou voa a imaginação
Imagem ou alucinação
Gigantes em minha direção
Composição da propagação
Da sombra que cumpre a função
A necessária projeção mascarando sua feição.
Coração dilacerado
Pulsa desenfreado
Arde meu peito
Como ferida aberta
Que sangra sem poder estancar
Lagrimas rolam em meu rosto
Banham meu regaço
Sinto um imenso vazio
O sol que brilha e aquece a tarde
Mas minha alma está
No mais intenso frio
Banham meu regaço
Sinto um imenso vazio
O sol que brilha e aquece a tarde
Mas minha alma está
No mais intenso frio
Cada não que dizes
Aumenta mais minha agonia
A ânsia de correr
Sair dessa encruzilhada
Ganhar o caminho que leva a você
Como o vento que sempre encontra seu rumo
Por entres rios e mares
Colinas e vales
Aumenta mais minha agonia
A ânsia de correr
Sair dessa encruzilhada
Ganhar o caminho que leva a você
Como o vento que sempre encontra seu rumo
Por entres rios e mares
Colinas e vales
Visualizar no site da Gazeta do Iguaçu
Publicado: 08/03/2012 | 00:55
Os mates com a mãe
Por: Lisete Barbosa
Sentada atrás do fogão a lenha
Na caixa de lenha entulhada
Eu,menina e meus irmãos
Protegida ,sentia meu coração em paz
Na caixa de lenha entulhada
Eu,menina e meus irmãos
Protegida ,sentia meu coração em paz
Minha mãe mateava
Naqueles dias frios
Ansiava em esfriar um pouco a água para sorver o mate
Mate doce,doce quanto aqueles dias
Naqueles dias frios
Ansiava em esfriar um pouco a água para sorver o mate
Mate doce,doce quanto aqueles dias
O sabor das cascas de laranjas
Secas ao calor do velho fogão a lenha
As folinhas do poejo
O cheiro do açúcar tostado a brasa para soltar o gosto do chá
Ah! Doce saudade daqueles momentos
Secas ao calor do velho fogão a lenha
As folinhas do poejo
O cheiro do açúcar tostado a brasa para soltar o gosto do chá
Ah! Doce saudade daqueles momentos
A paciência a espera da minha vez
As ordens emitidas de forma docemente
Não derrubes a erva,não te queimes
Não coloque a mão na bomba
Cuidados para não entupir o mate
Ah! Doce saudade daqueles momentos
As ordens emitidas de forma docemente
Não derrubes a erva,não te queimes
Não coloque a mão na bomba
Cuidados para não entupir o mate
Ah! Doce saudade daqueles momentos
As historias da mãe
Os valentes cuscos cataventos e rompe-ferro
As onças pintadas rodeando o rancho onde vivia
A imaginação galopeava num baio
Os valentes cuscos cataventos e rompe-ferro
As onças pintadas rodeando o rancho onde vivia
A imaginação galopeava num baio
Sua voz que colocava ordem
Ouvindo sentia medo ou melhor respeito
O chão frente à casa
Varrido pela vassoura de guanxuma
A alegria das noticias do regresso das meninas aqui de Foz do Iguaçu.
Ouvindo sentia medo ou melhor respeito
O chão frente à casa
Varrido pela vassoura de guanxuma
A alegria das noticias do regresso das meninas aqui de Foz do Iguaçu.
Hoje velhinha
Que sempre na labuta
Abriu caminhos e mostrou sua força
Espera sentadinha em sua porta
Os filhos desgarrados
Para matear com os seus
Em breve vou bolear a perna na sua casita
Sevar um mate pra ti
Doce como a flor da maçanilha
Cheio de aconchego e carinhos.
Que sempre na labuta
Abriu caminhos e mostrou sua força
Espera sentadinha em sua porta
Os filhos desgarrados
Para matear com os seus
Em breve vou bolear a perna na sua casita
Sevar um mate pra ti
Doce como a flor da maçanilha
Cheio de aconchego e carinhos.
Visualizar no site da Gazeta do Iguaçu-
sábado, 14 de janeiro de 2012
Documentos Revelados expõe arquivos da ditadura sobre Foz do Iguaçu e região
Um importante acervo para compreender como funcionou a repressão do Estado brasileiro no governo militar está disponível no sítioDocumentos Revelados, idealizado pelo jornalista e ex-preso político Aluizio Palmar.
http://www.h2foz.com.br/noticia/documentos-revelados-expoe-arquivos-da-ditadura-sobre-foz-do-iguacu-e-regiao#.TxHC43zAMdI.twitter
http://www.h2foz.com.br/noticia/documentos-revelados-expoe-arquivos-da-ditadura-sobre-foz-do-iguacu-e-regiao#.TxHC43zAMdI.twitter
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